ADOECIMENTO DOCENTE E POLÍTICAS DE VALORIZAÇÃO

A arteterapia como caminho de criação e resistência

Autores

DOI:

10.21439/2965-6753.v7.e2026019

Palavras-chave:

adoecimento docente, valorização profissional, saúde mental, arteterapia

Resumo

Esse artigo discute o adoecimento de professores(as) da educação básica como consequência da precarização do trabalho docente e da crise estrutural que atravessa a educação pública brasileira. O objetivo é refletir sobre os fatores que impactam a saúde desses(as) profissionais, intensificados por reformas educacionais com viés neoliberal, que reduziram investimentos, fragilizaram direitos e impuseram uma lógica produtivista à educação. Também se analisa a legislação brasileira, que, embora preveja diretrizes de valorização docente, enfrenta obstáculos em sua efetiva implementação, contribuindo para a manutenção da desvalorização social do magistério. Para sustentar essas reflexões, optou-se por uma abordagem qualitativa, articulando revisão bibliográfica e análise documental, a fim de identificar conexões entre políticas educacionais, condições de trabalho e questões de saúde. Como possibilidade de enfrentamento, o estudo apresenta a Arteterapia como prática simbólica de acolhimento, escuta e autocuidado, com potencial para amenizar o sofrimento e favorecer a promoção da saúde mental, especialmente quando integrada a políticas permanentes de valorização e bem-estar no trabalho.

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Biografia do Autor

Carla Alessandra Silva de Assis, FIOCRUZ

Possui graduação em LICENCIARURA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - HABILITAÇÃO DESENHO pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2004). Atualmente é professor i - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística. Arteterapeuta e mestranda e, Ensino de Biociências e Saúde no Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).

Mariana Conceição de Souza, FIOCRUZ

Possui graduação em Ciências Biológicas Modalidade Médica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1998), mestrado em Ciências Morfológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001), doutorado em Biologia Celular e Molecular pela Fundação Oswaldo Cruz (2006) e Especialização em Inovação e Tecnologias da Educação (ENAP 2021). Atualmente é tecnologista em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz. Atua em temas relacionados a Inovação na educação formal e não formal e informal para promoção da saúde. Bolsista de produtividades entre 2016-2019. Mãe de um filho, licença maternidade em 2007

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2026-07-20

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Como Citar

ASSIS, Carla Alessandra Silva de; SOUZA, Mariana Conceição de; VIANA DE LIMA, LEONARDO. ADOECIMENTO DOCENTE E POLÍTICAS DE VALORIZAÇÃO: A arteterapia como caminho de criação e resistência. Revista Ensino em Debate, Fortaleza, v. 7, p. e2026019, 2026. DOI: 10.21439/2965-6753.v7.e2026019. Disponível em: https://revistarede.ifce.edu.br/ojs/index.php/rede/article/view/198. Acesso em: 26 jul. 2026.

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